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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

CRECI da 8º Região - DF abre Concurso Público para diversos cargos com salários atrativos

 Aproveite a chance de ingressar no mercado de trabalho com vagas para ensino médio e superior, remuneração variada, e benefícios adicionais atrativos

Quarta-feira, 19 de novembro de 2025
CRECI da 8º Região - DF abre Concurso Público para diversos cargos com salários atrativos

Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da 8ª Região/DF (CRECI-DF) anuncia a abertura do Concurso Público com o objetivo de contratar e formar cadastro de reserva de profissionais com ensino médio ou superior.

As oito oportunidades são para os seguintes cargos:

  • Agente Fiscal (1 vaga);
  • Analista de TI (1 vaga);
  • Especialista em Serviços Jurídicos (1 vaga);
  • Especialista em Serviços Técnico-Administrativos (Administração) (1 vaga);
  • Especialista em Serviços Técnico-Administrativos (Contabilidade) (1 vaga);
  • Especialista em Serviços Técnico-Administrativos (Recursos Humanos) (1 vaga);
  • Especialista em Comunicação, Eventos e Marketing (1 vaga);
  • Assistente Administrativo - Atendimento ao Público (1 vaga);
  • Assistente Administrativo - Serviços Internos;
  • Assistente Especializado em Contábil-Financeiro;
  • Assistente Especializado em Design Gráfico;
  • Assistente de TI

A remuneração mensal varia de R$ 3.400,00 a R$ 4.500,00, além de vale-alimentação de R$ 1.262,03 e outros benefícios, com carga de 40 horas semanais.

Para concorrer, os candidatos devem possuir ensino médio ou superior, registrar-se no respectivo conselho de classe, ter idade mínima de 18 anos e atender aos demais requisitos descritos no edital.

As inscrições serão realizadas a partir das 9h do dia 19 de novembro de 2025 até às 23h59 do dia 22 de dezembro de 2025, via internet, pelo site do Instituto Ibest, mediante o pagamento de taxa entre R$ 54,00 e R$ 65,00.

A isenção da taxa poderá ser solicitada nos dias 19 a 21 de novembro de 2025.

A classificação dos candidatos ocorrerá por meio de prova objetiva e discursiva, previstas para serem realizadas no dia 1º de fevereiro de 2026.

O conteúdo programático será composto por questões de língua portuguesa, matemática, atualidades, conhecimentos gerais e específicos.

O Concurso Público terá validade de dois anos, contados da homologação do resultado final, prorrogável por igual período.

Em nosso site, você tem acesso ao edital e pode obter mais informações.

Informação também em áudio: clique e ouça o podcast.


Nvidia cai forte após notícia de que Meta pode encomendar chips de IA do Google

 As ações da Nvidia chegaram a cair 3% no pré-mercado nesta terça-feira diante de possível acordo que reforça competição no segmento de semicondutores para IA

Bloomberg

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Anteriormente, o Google fechou um acordo para fornecer até 1 milhão de seus chips à Anthropic PBC. (Foto: Bloomberg)

As ações da Nvidia recuaram depois de uma reportagem apontar que a Meta negocia gastar bilhões nos chips de IA do Google, sinal de que a gigante das buscas pode estar avançando para competir com o acelerador de IA mais vendido do mercado.

Segundo o The Information, a Meta discute o uso dos chips do Google, chamados de TPUs, em seus data centers a partir de 2027, citando uma fonte não identificada. A empresa também pode alugar chips da divisão de nuvem do Google no próximo ano.



Um acordo ajudaria a consolidar as TPUs como alternativa aos chips da Nvidia, hoje padrão para big techs e startups, de Meta a OpenAI, que precisam de capacidade computacional para desenvolver e operar plataformas de inteligência artificial.

As ações da Nvidia chegaram a cair 3% no pré-mercado nesta terça-feira. A Alphabet, dona do Google, avançou 2,4%, ampliando a sequência de otimismo em torno da nova versão do modelo de IA Gemini.

O Google já havia fechado um acordo para fornecer até 1 milhão de chips à Anthropic PBC, levantando dúvidas sobre a posição dominante da Nvidia no longo prazo.

Após o anúncio do acordo com a Anthropic, o analista Jay Goldberg, da Seaport, classificou o movimento como uma “validação muito forte” das TPUs. “Muita gente já pensava nisso, e muita gente provavelmente está pensando agora”, disse.

A Meta não comentou. O Google não respondeu de imediato aos pedidos.

Para Mandeep Singh e Robert Biggar, analistas, o provável uso das TPUs do Google pela Meta, já empregadas pela Anthropic, indica que fornecedores de modelos de linguagem tendem a recorrer ao Google como segundo fornecedor de chips aceleradores para inferência no curto prazo.

“O capex da Meta, de pelo menos US$ 100 bilhões para 2026, sugere gastos de pelo menos US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões em capacidade de chips de inferência no próximo ano, segundo nossos cálculos”, diz. “O consumo e a expansão da carteira de pedidos do Google Cloud podem acelerar em relação a outros hyperscalers e concorrentes da neo-nuvem, impulsionados pela demanda de empresas que querem usar TPUs e os LLMs Gemini na plataforma”.

Ações de empresas asiáticas ligadas à Alphabet subiram no pregão desta terça-feira. Na Coreia do Sul, a IsuPetasys Co., fornecedora de placas multilaminadas para a Alphabet, avançou 18% e renovou máxima intradia. Em Taiwan, a MediaTek Inc. subiu quase 5%.

Um acordo com a Meta — uma das maiores investidoras do mundo em data centers e desenvolvimento de IA — seria uma vitória para o Google. Mas muito dependerá de as TPUs comprovarem eficiência energética e capacidade computacional suficientes para se tornarem uma opção viável no longo prazo.

Desenvolvido há mais de 10 anos para tarefas de inteligência artificial, o chip tensor ganha força fora do Google como ferramenta para treinar e operar modelos complexos de IA. A atratividade da alternativa cresce em meio ao receio global de excesso de dependência da Nvidia, em um mercado no qual até a Advanced Micro Devices (AMD) aparece distante.

As GPUs — segmento dominado pela Nvidia — foram criadas para acelerar gráficos de jogos eletrônicos e outras aplicações visuais, mas se mostraram ideais para treinar modelos de IA ao lidar com grandes volumes de dados e cálculos. Já as TPUs são circuitos integrados de aplicação específica (ASICs), projetados para uma função definida.

As TPUs também foram adaptadas como aceleradores de IA e machine learning nos próprios aplicativos do Google. Como o Google e o DeepMind desenvolvem modelos de ponta, como o Gemini, a empresa consegue levar aprendizados dessas equipes para os projetistas de chips — e a possibilidade de customização beneficia os dois lados.

©️2025 Bloomberg L.P.

O Poder da Segunda Chance: Redescobrindo a Motivação em Cada Amanhecer

 Bom dia, comunidade!

Se você está lendo isso, você já venceu a primeira batalha do dia: você acordou. E, honestamente, esse é o primeiro e mais significativo ato de motivação que existe. A vida, com toda a sua complexidade, beleza e, sim, seus desafios avassaladores, nos oferece um presente silencioso e constante: a segunda chance diária.

Onde a Vida Acontece De Verdade

Costumamos associar "motivação" a grandes momentos: o pódio, a promoção, a viagem dos sonhos. Mas a vida, a verdadeira vida, não é feita desses picos. Ela é feita dos vales e das planícies. É feita do cheiro do café pela manhã, do email que você finalmente enviou, do sorriso trocado no elevador, e daquele momento de silêncio antes de dormir onde você reconhece: "Eu dei o meu melhor hoje."

A motivação diária, portanto, não é um fogo de artifício. É a chama que você protege, nutre e acende de novo, mesmo que a brisa da frustração tente apagá-la.

A Lição da Inconsistência

Vamos ser honestos: nem todo dia é um dia 10/10. Haverá manhãs em que a sua lista de tarefas parece uma montanha e o seu ânimo é um grão de areia. E tudo bem! A obsessão pela consistência perfeita é o maior ladrão da motivação. Ela nos paralisa pelo medo de falhar.

A chave é trocar a busca pela perfeição pela busca pela progressão.

  • Em vez de fazer 1 hora de exercício perfeita, faça 15 minutos de alongamento.

  • Em vez de escrever um capítulo inteiro, escreva três frases significativas.

  • Em vez de limpar a casa toda, lave apenas aquela pilha de louça.

A motivação é alimentada pela vitória, por menor que seja. E esses pequenos gestos são grandes vitórias contra a inércia. Eles provam ao seu cérebro que você é capaz de começar.

⚓ Três Âncoras para o Seu Dia

Para injetar motivação autêntica na sua rotina, experimente ancorar-se nestes três pontos:

  1. O Propósito Minúsculo: Qual é a única coisa que você precisa concluir hoje para se sentir bem ao colocar a cabeça no travesseiro? Esqueça a lista de 20 itens. Escolha o seu Propósito Minúsculo. Realizá-lo garante que o seu dia teve um significado.

  2. O Momento de Presença: Reserve 5 minutos para apenas ser. Sem celular, sem música, sem pensamentos sobre o futuro ou o passado. Apenas você, respirando. Este pequeno reinício mental limpa a tela para que você possa desenhar o resto do seu dia com mais clareza.

  3. A Autocompaixão: A vida é um teste de resistência, não de velocidade. Se você tropeçar, levante-se com gentileza. Fale com você mesmo como falaria com seu melhor amigo. A crítica destrói; a autocompaixão constrói a resiliência.

Lembre-se: Você não precisa ser outra pessoa para ser motivado. A sua jornada é única. A sua motivação não vem de fora, de um guru ou de uma frase de efeito. Ela reside na coragem de encarar este novo dia e decidir, pela sua própria vontade, que ele será vivido com intenção.

Qual é a pequena coisa que você vai fazer hoje para se mover para a frente?


🍃 Desacelerar para Sentir: A Revolução do Silêncio e a Força de Ser Você

Olá, pessoal!

Em um mundo onde o volume está sempre no máximo, onde a notificação de produtividade compete com a necessidade de estar em 20 lugares ao mesmo tempo, eu proponho uma coisa radical hoje: o silêncio.

Não estou falando de mutar o celular (embora isso ajude). Estou falando de silenciar o ruído interno da comparação, da cobrança implacável de ser "o melhor" ou de ter "tudo resolvido".

O Paradoxo da Vida Conectada

Vivemos a era da curadoria. Nossas redes sociais são galerias de momentos altos, sucesso profissional e vidas esteticamente perfeitas. E, de repente, olhamos para nosso próprio dia a dia — com sua bagunça, suas dúvidas e seus momentos de ócio não-produtivo — e sentimos que estamos fazendo algo errado.

A grande verdade, e o que torna um blog pessoal verdadeiramente autêntico, é reconhecer que o seu valor não é proporcional à sua produtividade.

A verdadeira revolução é a Autenticidade.

O Ócio que Cria e a Pausa que Cura

A criatividade, seja para um projeto de trabalho, para um novo hobby ou simplesmente para encontrar uma solução para um problema pessoal, não floresce no desespero. Ela floresce na pausa.

Você já notou que as melhores ideias vêm quando você está lavando a louça, no chuveiro ou olhando para o nada? Isso não é coincidência. É o ócio criativo em ação.

Quando paramos de forçar o pensamento, permitimos que a mente subconsciente trabalhe, conectando pontos que o nosso lado "produtivo" e apressado ignorou.

  • Permita-se um "Dia de Lixo" Mental: Um dia em que você não corre atrás de metas, mas sim, persegue a curiosidade. Assista a um documentário aleatório. Leia um livro que não tem nada a ver com sua carreira. Abrace o desperdício de tempo, pois é nele que a inspiração se esconde.

  • O Teste do Espelho: Se a sua motivação for sempre "ser igual a X", ela é frágil. A motivação mais forte vem de "ser melhor para mim." Olhe no espelho e pergunte: "Eu estou sendo honesto comigo sobre o que eu realmente preciso hoje?"

A Força na Vulnerabilidade

É fácil postar sobre vitórias; o desafio (e o que gera a verdadeira conexão) é compartilhar a jornada confusa até lá.

Sua história é a sua maior ferramenta de motivação. Quando você permite que sua vulnerabilidade apareça, você não se enfraquece; você se torna infinitamente mais forte e real. Você mostra que é possível ser humano, falível e, ainda assim, caminhar com propósito.

Portanto, meu convite para hoje é simples: desligue o barulho e ouça a sua própria voz.

O que você faria se não tivesse que provar nada a ninguém? É aí que a sua motivação mais pura e sustentável reside.



O Legado Se Constrói Agora: O Último Passo é Sempre o Próximo

Caros leitores e amigos da jornada,

Depois de falarmos sobre a beleza da segunda chance diária e a força silenciosa da autenticidade, chegamos a um ponto crucial de qualquer história: a ação.

A motivação não é uma linha de chegada; é o combustível que nos impulsiona a dar o próximo passo, mesmo quando a estrada parece interminável ou coberta de neblina. E o que realmente dá sentido a todo esse movimento? A construção do nosso legado.

A História que Você Está Escrevendo

Costumamos pensar em legado como algo grandioso, que só acontece depois de partirmos. Mas o legado é, na verdade, a soma das suas escolhas diárias.

Você não está apenas vivendo; você está ativamente escrevendo a sua biografia. Cada "sim" e cada "não", cada esforço e cada momento de descanso, são palavras nesse livro. A pergunta mais importante que podemos nos fazer todos os dias é: "O que esta atitude diz sobre a pessoa que estou me tornando?"

Nós não somos apenas influenciados pelo destino; nós o influenciamos de volta. Como disse o filósofo Arthur Schopenhauer: "O destino baralha as cartas, e nós jogamos." A mão que nos é dada pode ser desafiadora, mas a forma como jogamos é nosso ato supremo de livre arbítrio e motivação.

Deixe de Lutar Contra a Realidade e Comece a Criar

A frustração nasce quando lutamos contra as circunstâncias que não podemos mudar. A verdadeira liberdade e motivação surgem quando aceitamos a realidade presente e, a partir dela, usamos nossa energia para criar o futuro que desejamos.

É hora de parar de gastar 80% do nosso tempo preocupados com os 20% que não podemos controlar. Invista esse tempo e essa energia nos 80% que estão sob seu domínio: sua atitude, sua resposta, seu esforço e sua gentileza.

Para começar a construir o seu legado hoje:

  1. Defina sua Bússola, Não Apenas seu Mapa: Em vez de focar apenas em metas (o mapa), foque nos seus valores e princípios (a bússola). Se seus valores são generosidade e aprendizado, todo dia é uma oportunidade de praticá-los, independentemente do que aconteça no seu cronograma.

  2. Abrace a Imperfeição do Processo: O progresso nunca é linear. Haverá ziguezagues, quedas e pausas. Comemore os ziguezagues como provas de que você está se adaptando, e não desistindo. A resiliência é a arte de falhar e se levantar com um plano ligeiramente melhor.

  3. Conecte-se e Contribua: O ser humano foi feito para a conexão. Seus talentos e sua força são amplificados quando você os compartilha. Encontre uma forma, por menor que seja, de fazer a diferença no dia de alguém. Esse ato de contribuição é a forma mais pura e duradoura de motivação.

O Último Passo é Sempre o Próximo

Não espere pelo momento perfeito, pela energia perfeita, ou pela motivação perfeita para começar. Use a energia que você tem agora para dar o próximo passo. E o próximo. E o próximo.

Que a sua jornada seja repleta de propósito e de uma alegria genuína em ser o autor principal da sua vida. O seu legado está sendo escrito agora. Capriche!


Com a certeza de que a melhor parte ainda está por vir By
Sanderson



quarta-feira, 26 de novembro de 2025

33 Estratégias de Guerra

 Por Robert Greene

Que quem quer a paz se prepare para a guerra.

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Atena contra Ares

Parte 1: Guerra Autodirigida

1. Declare guerra aos seus inimigos

Identifique quem são seus inimigos.

Inimigos internos: se você se sente perdido e confuso, se perde o senso de direção, se não consegue distinguir entre amigos e inimigos, a culpa é exclusivamente sua.

Inimigos externos: não se aglomerem no centro. Ao sempre buscar o caminho de menor resistência, o caminho da conciliação, você se esquece de quem você é e se mistura com todos os outros, facilmente substituído por mais um. Batalhas constantes ajudam você a se manter alerta e a definir suas crenças. Amplie seu conceito de inimigo para incluir aqueles que trabalham contra você. As pessoas geralmente são boas em esconder sua hostilidade. Confie no seu instinto. Muitas vezes, a melhor maneira de fazer as pessoas se revelarem é provocar tensão e discussão. Deixe-as emocionadas: as pessoas são mais sinceras quando discutem. Um inimigo costuma ser grande e difícil de definir. Nunca lute contra um inimigo abstrato. Personalize a luta, olho no olho. Diante do perigo, não se faça de vítima nem tente se esquivar. Encare seu inimigo de frente — é a única saída. Inimigos são bons para você — eles lhe dão um senso de propósito, definem quem você é, o mantêm com os pés no chão e fazem aflorar o melhor de você.

Gravidade. A gravidade te deixa pesado, impedindo que você voe e machucando seu joelho. No entanto, sem gravidade, você não seria capaz de se mover de forma significativa e desenvolver esses músculos.

Inversão: Você busca clareza, não paranoia. A ruína de muitos tiranos reside em enxergar inimigos em todos. Guarde suas suspeitas para si, assim, se estiver enganado, ninguém saberá. Sempre busque traçar uma linha divisória entre você e seus inimigos; uma vez que essa linha esteja clara, afaste-se.

Resumindo: Seja diferente. Inimigos são bons para você.

2. Não lute a última guerra.

Ao relembrarmos experiências desagradáveis, costumamos pensar: "E se...". O problema, porém, não é que só encontramos a solução quando já é tarde demais. O problema é que imaginamos que o que nos faltou foi conhecimento. Mas não é. O que nos desvia do caminho certo, em primeiro lugar, é estarmos desconectados do momento presente. Estamos dando ouvidos aos nossos próprios pensamentos, reagindo a eventos passados, aplicando teorias e ideias que nada têm a ver com os problemas do momento.

À medida que envelhecemos, nos apegamos mais ao passado. O hábito toma conta. A repetição substitui a criatividade. Então, de repente, surge alguém que não respeita a tradição, que luta de uma maneira nova, e só então percebemos que nossas formas de pensar e reagir ficaram para trás.

Os maiores generais se destacam não por terem mais conhecimento, mas porque, quando necessário, são capazes de deixar de lado suas ideias preconcebidas e se concentrar intensamente no momento presente.

Nunca presuma que seus sucessos passados ​​se repetirão no futuro. Na verdade, seus sucessos passados ​​são seus maiores inimigos — tudo é diferente e você não pode assumir que o que funcionou antes funcionará hoje. Você precisa se desapegar do passado e abrir os olhos para o presente.

Tenha sempre uma mente de principiante.

  • Seja implacável com o passado, com a tradição, com os velhos costumes.
  • Apagar as memórias da última guerra em busca do sucesso nos torna preguiçosos e complacentes, enquanto o fracasso nos torna medrosos e indecisos.
  • Mantenha a mente ativa, responda ao momento presente. Mantenha sua mente constantemente em movimento, entusiasmada e curiosa. Como uma criança, encontre algo novo que te absorva, algo digno da sua atenção. Não perca tempo com coisas que você não pode mudar ou influenciar. Cresça ou morra.
  • Desenvolva sua percepção para tendências que ainda não atingiram o auge. Conforme envelhecemos, é melhor alterar nosso estilo periodicamente. Ao nos adaptarmos e mudarmos constantemente nosso estilo, evitaremos a armadilha das tendências passadas. Justamente quando as pessoas acham que nos conhecem, você muda.
  • Faça o oposto do que você normalmente faria, coloque-se em circunstâncias incomuns ou literalmente recomece do zero.
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Água. A água nunca tem uma forma fixa. Se a água não se move, está morta. Quanto mais rápido se move, mais clara fica. Sempre adapta sua forma ao ambiente, mas move montanhas e terras.

Resumindo: O que te trouxe até aqui não te levará adiante. Sempre responda ao momento, mude e inove. Mantenha a mente de um iniciante.

3. Em meio à turbulência dos acontecimentos, não perca a calma.

A estratégia de contrapeso

A tática hiperagressiva

Muitos homens podem parecer calmos e cautelosos em tempos de paz porque têm pavor de cometer um erro e das consequências que isso pode ter para eles e suas carreiras. Essa apreensão só vem à tona quando são testados em combate: de repente, ficam indecisos. Enxergam problemas em todos os lugares e derrota até mesmo no menor revés. Recuam não por paciência, mas por medo. Muitas vezes, esses momentos de hesitação selam seu destino. Antes da batalha, elabore estratégias e planeje com mais cuidado do que qualquer outra pessoa. Assim que a batalha começar, abandone a hesitação e a cautela.

Nossa maior fraqueza é perder a esperança, duvidar de nós mesmos, tornarmo-nos desnecessariamente cautelosos. Ser mais cuidadoso não é o que precisamos; isso é apenas uma cortina de fumaça para o medo do conflito e de cometer erros. O que precisamos é redobrar nossa determinação — intensificar nossa confiança. Em momentos de turbulência e dificuldade, invoque a energia agressiva necessária para superar a cautela e a inércia. Reserve sua cautela para as horas de preparação, mas, uma vez iniciada a luta, livre-se das dúvidas.

Você está decidindo por medo ou por crescimento/possibilidade?

A tática do Buda desapegado

É fácil se sentir sobrecarregado por tudo o que se apresenta em uma batalha, com tantas pessoas perguntando ou dizendo o que fazer, com tantas questões vitais pressionando suas mãos que você pode perder de vista seus objetivos e planos. Entenda: presença de espírito é a capacidade de se desapegar de tudo isso, de enxergar todo o campo de batalha, o quadro completo, com clareza. Todos os grandes generais possuem essa qualidade. E o que lhe proporciona esse distanciamento mental é a preparação, o domínio dos detalhes antecipadamente. Deixe que as pessoas pensem que seu desapego, como o de um Buda, vem de uma fonte misteriosa. Quanto menos elas o entenderem, melhor.

Exponha-se ao conflito.

O medo é a emoção mais destrutiva para a presença de espírito, mas prospera no desconhecido, que permite que nossa imaginação voe livremente. Ao se colocar deliberadamente em situações onde você enfrenta o medo, você se familiariza com ele e sua ansiedade se torna menos aguda. A sensação de superar um medo profundamente enraizado, por sua vez, lhe dá confiança e presença de espírito.

Seja autossuficiente

A dependência torna você vulnerável a todos os tipos de emoções — traição, decepção, frustração — que afetam negativamente seu equilíbrio mental. Ser autossuficiente é fundamental. Para se tornar menos dependente dos outros, você precisa expandir seu repertório de habilidades. É importante lembrar que ser autossuficiente não significa se sobrecarregar com detalhes insignificantes. Você precisa ser capaz de distinguir entre pequenas questões que é melhor deixar para os outros e problemas maiores que exigem sua atenção e cuidado.

Tolera os tolos com prazer.

Entenda: você não pode estar em todos os lugares nem brigar com todos. Seu tempo e energia são limitados, e você precisa aprender a preservá-los. Exaustão e frustração podem arruinar sua lucidez. O mundo está cheio de tolos — pessoas que mal podem esperar para obter resultados, que mudam de opinião constantemente, que não conseguem enxergar além do próprio umbigo. Ao trabalhar com tolos, não brigue com eles. Em vez disso, pense neles como pensa em filhos ou animais de estimação: não são importantes o suficiente para afetar seu equilíbrio mental. Desapegue-se emocionalmente. E enquanto você ri internamente da tolice deles, permita que eles participem de uma de suas ideias mais inofensivas. A capacidade de manter o bom humor diante dos tolos é uma habilidade importante.

Afastar a sensação de pânico concentrando-se em tarefas simples.

Quando as circunstâncias nos assustam, nossa imaginação tende a assumir o controle. Muitas vezes, a melhor maneira de nos acalmarmos é forçar a mente a se concentrar em algo simples, algo em que você seja bom e tenha certeza do efeito calmante que isso terá sobre você. Uma mente focada não tem espaço para ansiedade. Ao primeiro sinal de medo, pratique essa técnica até que se torne um hábito. Ser capaz de controlar a mente em momentos intensos é uma habilidade crucial.

Deixe de se intimidar

Considere a pessoa que você está enfrentando como apenas mais um mortal. Veja a pessoa, não o mito. Imagine-a como uma criança, alguém repleto de inseguranças. Reduzir a outra pessoa à sua verdadeira dimensão ajudará você a manter o equilíbrio mental.

Desenvolva seu Fingerspitzengefuhl

Um conhecimento profundo da batalha ajuda você a processar informações mais rapidamente. Compreender os motivos e o subconsciente dos homens, pensar de dentro para fora em vez de apenas observar, ajudará você a ser mais inconsciente e intuitivo. Acostume sua mente a tomar decisões rápidas como um raio, confie no seu instinto.

Pratique a presença de espírito diariamente. Uma vez que a presença de espírito se torne um hábito, ela nunca o abandonará.

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Vento. O vento é como os eventos turbulentos da vida — pode vir a qualquer momento, de qualquer direção. Bons pilotos não perdem tempo com o que não podem controlar. Concentram-se em si mesmos, em suas habilidades, em seus planos e em sua determinação de chegar ao porto, aconteça o que acontecer.

Inversão: coloque-se no meio da batalha, observe-se em ação. Procure suas fraquezas e pense em como compensá-las. Quanto mais você perder o equilíbrio, mais aprenderá a se recuperar. Faça seus inimigos perderem a compostura. Use aquilo que o desestabiliza e imponha a eles. Faça-os agir antes que estejam preparados. Surpreenda-os. Encontre suas fraquezas, saiba o que os deixa emotivos e aplique o dobro da dose. Quanto mais emotivos você conseguir deixá-los, mais poderá desviá-los do caminho.

4. Criar um senso de urgência e desespero

A morte não é nada, mas viver derrotado é morrer todos os dias.

Napoleão Bonaparte, 1769–1821

A estratégia do campo de morte

Você é seu próprio pior inimigo. Você desperdiça um tempo precioso sonhando com o futuro em vez de viver o presente. Como nada parece urgente para você, você só se envolve pela metade no que faz. A única maneira de mudar é através da ação e da pressão externa. Coloque-se em situações onde você tem muito a perder para desperdiçar tempo ou recursos — se você não pode se dar ao luxo de perder, você não perderá. Corte os laços com o seu passado; aventure-se em território desconhecido onde você precisa confiar na sua inteligência e energia para sobreviver. Coloque-se em situações extremas, onde você está com as costas contra a parede e precisa lutar com todas as suas forças para sair vivo.

A tática de não retorno

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No fundo da sua mente, você guarda uma rota de fuga, uma muleta, algo a que recorrer se as coisas derem errado. Você pode ver esse recurso como uma bênção, mas, na verdade, é uma maldição. Ele te divide. Como você acha que tem opções, nunca se envolve o suficiente em uma coisa para se dedicar completamente a ela, e nunca consegue exatamente o que quer. Às vezes, você precisa afundar seu navio, queimar tudo e ficar apenas com uma opção: ter sucesso ou afundar. Torne a queima do seu navio o mais real possível — livre-se da sua rede de segurança. Às vezes, é preciso se desesperar um pouco para chegar a algum lugar.

Há algo na guerra que penetra tão profundamente em você que a morte deixa de ser a inimiga, tornando-se apenas mais uma participante no jogo que você não deseja que termine.

Fantasma sobre o Vietnã, John Trotti, Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, 1984

A tática da morte no calcanhar

A sociedade faz de tudo para tornar a morte invisível, a vários passos de distância. Essa distância pode parecer necessária para o nosso conforto, mas tem um preço terrível: a ilusão de um tempo ilimitado e, consequentemente, uma falta de seriedade em relação à vida cotidiana. Por mais de 2.000 anos, Sun Tzu acreditava que ouvir discursos, por mais inspiradores que fossem, era uma experiência passiva demais para ter um efeito duradouro. Em vez disso, Sun Tzu defendia o posicionamento deliberado de soldados em zonas de combate para que os homens lutassem como o diabo.O mundo é regido pela necessidade: as pessoas só mudam seus comportamentos se forem obrigadas. Elas só sentirão urgência se suas vidas dependerem disso.

Entenda: somos criaturas intimamente ligadas ao nosso ambiente — reagimos visceralmente às circunstâncias e às pessoas ao nosso redor. Se o ambiente for tranquilo, se as pessoas forem amigáveis ​​e acolhedoras, nossa tensão natural se dissipa.

As 5 ações a seguir foram planejadas para levá-lo à beira da morte psicológica. Escolha o seu veneno:

Aposte tudo em um único lançamento.

Muitas vezes tentamos fazer muitas coisas ao mesmo tempo, pensando que uma delas nos trará sucesso — mas, nessas situações, nossa mente fica dispersa e nossos esforços, mornos. É melhor encarar um desafio assustador, mesmo que outros considerem insensato. Nosso futuro está em jogo; não podemos nos dar ao luxo de perder. Então, não perdemos.

Aja antes de estar pronto.

Muitas vezes, esperamos demais para agir, principalmente quando não enfrentamos pressão externa. Às vezes, é melhor agir antes de se sentir preparado. Além de surpreender seus oponentes, você também terá que aproveitar ao máximo seus recursos. Você se comprometeu e não pode voltar atrás. Sob pressão, sua criatividade florescerá. Faça isso com frequência e você será forçado a pensar e agir rapidamente.

Entre em novas águas

Às vezes, force-se a ir para o desconhecido — deixe para trás relacionamentos desgastados e situações confortáveis, cortando os laços com o passado. Se você não se der uma saída, terá que fazer seu esforço dar certo. Deixar o passado para trás e partir para o desconhecido é como uma morte — e sentir essa finalidade o trará de volta à vida.

Faça com que seja “você contra o mundo”.

Não fique parado esperando que as pessoas fiquem agressivas; irrite-as e enfureça-as deliberadamente. Sentindo-se encurralado por uma multidão de pessoas que não gostam de você, você lutará com todas as suas forças. O ódio é uma emoção poderosa. Lembre-se: em qualquer batalha, você está colocando seu nome e reputação em jogo; seus inimigos se deleitarão com sua derrota. Use essa pressão para lutar ainda mais.

Mantenha-se inquieto e insatisfeito.

Napoleão possuía muitas qualidades que o tornaram talvez o maior general da história, mas aquela que o elevou ao topo e o manteve lá foi sua energia inesgotável. Durante as campanhas, ele trabalhava de 18 a 20 horas por dia. Mergulhava de cabeça em novas guerras, novos desafios, que exigiam dele toda a sua energia. Se não conseguisse superar a crise, pereceria.

“Às vezes, a morte vem apenas da falta de energia”, disse Napoleão certa vez, e a falta de energia vem da falta de desafios, surge quando nos contentamos com menos do que somos capazes. Arrisque-se e seu corpo e mente responderão com uma explosão de energia. Faça do risco uma prática constante; nunca se acomode. Em breve, viver em terreno perigoso se tornará uma espécie de vício — você não conseguirá viver sem isso. Quando soldados sobrevivem a uma experiência de quase morte, muitas vezes sentem uma euforia que desejam repetir. A vida ganha mais significado diante da morte. Os riscos que você continuou assumindo, os desafios que você continua superando, são como mortes simbólicas que aguçam sua apreciação pela vida.

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Fogo e morte. O fogo por si só não tem força. Ele depende do ambiente. Dê-lhe ar, madeira seca e vento para avivar as chamas, e ele ganha um ímpeto aterrador, ficando mais quente, se autodestruindo, consumindo tudo em seu caminho. Nunca deixe tal poder ao acaso.

Inversão: A morte pode impulsioná-lo para a frente, assim como impulsiona os outros. Você deve evitar conflitos com pessoas nessa posição. Por outro lado, atacar inimigos quando o moral deles está baixo lhe dá vantagem. Tente minar ainda mais o moral deles. Sempre tente diminuir o senso de urgência do outro lado. Faça seus inimigos pensarem que têm todo o tempo do mundo. Enquanto você aprimora seu espírito de luta, faça sempre o que puder para enfraquecer o deles.

Parte 2: Guerra em Equipe

O objetivo principal na guerra é incorporar velocidade e mobilidade à própria estrutura do seu exército:

  1. Isso significa ter uma única autoridade no topo, evitando a hesitação e a confusão de uma liderança dividida.
  2. Significa dar aos soldados uma noção do objetivo geral a ser alcançado e a liberdade para agirem para atingir esse objetivo; em vez de reagirem como autômatos, eles podem responder aos eventos no campo de batalha.
  3. Por fim, significa motivar os soldados, criando um espírito de corpo geral que dê um ímpeto irresistível.

5. Evite as armadilhas do pensamento de grupo.

A estratégia de comando e controle

O problema de liderar qualquer grupo é que as pessoas inevitavelmente têm suas próprias agendas. Se você for muito autoritário, elas se ressentirão e se rebelarão silenciosamente. Se você for muito permissivo, elas voltarão ao seu egoísmo natural e você perderá o controle. Você precisa criar uma cadeia de comando na qual as pessoas não se sintam limitadas pela sua influência, mas sigam sua liderança. Coloque as pessoas certas nos lugares certos — pessoas que colocarão em prática o espírito das suas ideias sem serem autômatos. Crie um senso de participação, mas não caia na armadilha do pensamento de grupo — a irracionalidade da tomada de decisão coletiva. Seja um exemplo de justiça, mas nunca abra mão da unidade de comando.

A corrente quebrada

Quando ocorre uma falha de comunicação, você pode culpar seus oficiais incompetentes, sua tecnologia defeituosa ou sua inteligência falha. A verdade é que tudo começa no topo. O que determina seu fracasso e seu sucesso é seu estilo de liderança e a cadeia de comando que você estabelece. Uma cadeia de comando adequada, e o controle que ela lhe proporciona, não é um acidente; é sua criação, uma obra de arte que exige atenção e cuidado constantes.

Controle remoto

É tentador entrar em conflito com todos em todas as áreas problemáticas. No entanto, são muitas batalhas para travar, e isso vai te esgotar. Você provavelmente ficará frustrado, perderá tempo e poderá até ter um ataque cardíaco. Em segundo lugar, ao tentar microgerenciar, você se envolverá em pequenas intrigas e perderá a visão do todo. Por fim, você passará a impressão de ser um valentão. A solução é dar um passo para trás. Você precisa governar indiretamente por meio dos outros, controlando com tanta sutileza que ninguém perceba o quanto você domina.

A chave da estratégia de Marshall na gestão do Departamento de Guerra residia na seleção, no treinamento e na alocação de seus protegidos. Metaforicamente, ele se clonou nesses homens, que incorporaram o espírito de suas reformas em seu nome, poupando-lhe tempo e fazendo-o parecer não um manipulador, mas um delegador. Ser visto como um ditador pode ser prejudicial, mas se você se submeter à complexidade e abandonar a hierarquia, o caos o consumirá. Contrate assessores que compartilhem sua visão, mas que sejam capazes de pensar por si mesmos, agindo como você agiria em seu lugar. Em vez de perder tempo negociando com cada pessoa difícil, trabalhe para disseminar o espírito de camaradagem e eficiência que se torna autogovernado. Quanto menos atenção você dedicar a detalhes insignificantes, mais tempo terá para a visão geral, para afirmar sua autoridade de forma geral e indireta. As pessoas seguirão sua liderança sem se sentirem intimidadas. Esse é o controle supremo.

A tendência é dar mais poder ao grupo: querendo parecer democráticos, os líderes consultam a equipe para obter opiniões, deixam o grupo decidir e permitem que os subordinados contribuam para a elaboração da estratégia geral. Sem perceber, esses líderes estão se deixando seduzir pela política do momento, violando um dos princípios mais importantes da guerra e da liderança: a unidade de comando. A liderança dividida é perigosa porque as pessoas em grupo frequentemente pensam e agem de maneiras ilógicas e ineficazes. O grupo tem sua própria mente, e essa mente é cautelosa, lenta para decidir, pouco criativa e, às vezes, francamente irracional.

Este é o jogo que você deve jogar: faça tudo o que puder para preservar a unidade de comando. Mantenha o controle da situação; a visão geral deve vir de você e somente de você. Ao mesmo tempo, mantenha seus rastros em segredo. Trabalhe nos bastidores; faça com que o grupo se sinta envolvido em suas decisões. Busque o conselho deles, incorporando suas boas ideias e descartando educadamente as ruins. Se necessário, faça pequenas alterações estratégicas superficiais para apaziguar os membros mais inseguros e politicamente desalinhados do grupo, mas, no fim das contas, confie na sua própria visão.

O controle é um fenômeno difícil de alcançar. Muitas vezes, quanto mais se pressiona as pessoas, menos controle se tem sobre elas. Liderança é mais do que simplesmente dar ordens; requer sutileza.

Um passo crucial para criar uma cadeia de comando eficiente é montar uma equipe qualificada que compartilhe seus objetivos e valores. Ao formar essa equipe, você busca pessoas que supram suas deficiências, que possuam as habilidades que lhe faltam. Tenha cuidado ao montar essa equipe para não se deixar seduzir pela expertise e inteligência. Caráter, a capacidade de trabalhar sob sua supervisão e em equipe, e a habilidade de assumir responsabilidades e pensar de forma independente são igualmente essenciais. Confie na equipe que você montou, mas não a controle nem lhe dê influência indevida.

Uma função essencial de qualquer cadeia de comando é fornecer informações rapidamente das trincheiras, permitindo que você se adapte com agilidade às circunstâncias. Quanto mais curta e eficiente for a cadeia de comando, melhor para o fluxo de informações. Mesmo assim, você poderá ocasionalmente visitar o campo de batalha pessoalmente. O que você precisa são pessoas em várias partes da cadeia, e em outros locais, para lhe fornecer informações instantâneas do campo de batalha.

O maior risco para a sua cadeia de comando vem dos indivíduos oportunistas dentro do grupo. Pessoas assim são inevitáveis; surgem como ervas daninhas em qualquer organização. Interpretando suas ordens para seus próprios fins, encontrando brechas em qualquer ambiguidade, elas criam rupturas invisíveis na cadeia.

Tente eliminá-los antes que cheguem. Ao contratar sua equipe, analise o histórico dos candidatos: são inquietos? Mudam-se frequentemente de um lugar para outro? Esse é um sinal de ambição que os impedirá de se integrar. Quando as pessoas parecerem compartilhar exatamente a sua ideia, fique atento. Mantenha suas opiniões em segredo, dificultando que os outros o imitem. Assim que identificar os infiltrados em seu grupo, você deve agir rapidamente para impedi-los de construir uma base de poder a partir da qual possam destruir sua autoridade.

Por fim, preste atenção às próprias ordens. Ordens vagas não valem nada. É fundamental que você mesmo tenha clareza sobre o que deseja antes de emitir as ordens. Por outro lado, se seus comandos forem muito específicos e restritos, você incentivará as pessoas a se comportarem como autômatos e a pararem de pensar por si mesmas. Errar em qualquer um dos sentidos é uma arte.

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Montar a cavalo. Um cavalo sem freio é inútil, mas igualmente ruim é o cavalo cujas rédeas você puxa a cada curva para controlá-lo. O controle vem de quase soltar as rédeas, segurando-as tão levemente que o cavalo não sinta nenhum puxão, mas perceba a menor mudança de tensão e responda como você deseja.

Melhor um general ruim do que dois bons.

Napoleão Bonaparte, 1769–1821

Inversão: Nada de bom pode resultar de uma liderança dividida. Nunca aceite um cargo em que precise compartilhar o comando, pois a empresa irá fracassar e você será o responsável. No entanto, é sempre sábio tirar proveito da estrutura de comando falha do seu oponente. Nunca se intimide com uma aliança de forças contra você: se elas compartilham a liderança, se são governadas por um comitê, sua vantagem é mais do que suficiente.

6. Segmente suas forças

Os elementos críticos na guerra são velocidade e adaptabilidade — a capacidade de se mover e decidir mais rápido que o inimigo. Mas velocidade e adaptabilidade são difíceis de alcançar hoje em dia. Temos mais informações do que nunca, o que torna as interpretações e as decisões mais complexas. Temos mais pessoas para gerenciar, essas pessoas estão mais dispersas e enfrentamos mais incertezas. Aprenda com Napoleão: velocidade e adaptabilidade vêm de uma organização flexível. Divida suas forças em grupos independentes que possam operar e decidir por conta própria. Torne suas forças evasivas e imparáveis, infundindo-lhes o espírito da campanha, dando-lhes uma missão a cumprir e, então, deixando-as agir.

Entenda: o futuro pertence a grupos fluidos, rápidos e não lineares. Sua tendência natural como líder pode ser a de querer controlar o grupo, coordenar cada movimento, mas isso apenas o prenderá ao passado e aos exércitos lentos da história. É preciso força de caráter para permitir uma margem de caos e incerteza — para se soltar um pouco —, mas ao descentralizar seu exército e segmentá-lo em equipes, você ganhará em mobilidade o que perderá em controle absoluto. E a mobilidade é o maior multiplicador de todos. Ela permite dispersar e concentrar seu exército, lançando-o em padrões em vez de avançá-lo em linhas retas. Esses padrões confundirão e paralisarão seus oponentes. Dê missões claras aos seus diferentes corpos para alcançar seus objetivos estratégicos e deixe-os executá-las da maneira que acharem melhor. Equipes menores são mais rápidas, mais criativas e mais adaptáveis; seus oficiais e soldados são mais engajados e mais motivados. No fim, a fluidez lhe trará muito mais poder e controle do que a dominação mesquinha.

O mundo está cheio de pessoas para quem estratégia é uma série de passos a serem seguidos em direção a um objetivo. Para se destacar dessa multidão, você precisa se livrar de uma ideia equivocada muito comum: a essência da estratégia não é executar um plano brilhante que se desenrola em etapas; é se colocar em situações onde você tem mais opções do que o adversário. Em vez de se agarrar à Opção A como a única resposta correta, a verdadeira estratégia consiste em se posicionar para poder fazer A, B ou C, dependendo das circunstâncias. Isso é profundidade de pensamento estratégico, em oposição ao pensamento mecânico.

A chave para forças segmentadas é uma filosofia de grupo abrangente. Esta pode ser construída em torno da causa pela qual se luta ou da crença na maldade do inimigo enfrentado. Também pode incluir o estilo de guerra mais adequado. É preciso unir o grupo em torno dessa crença. Em seguida, por meio de treinamento e exercícios criativos, deve-se aprofundar essa crença, infundi-la em suas veias. Assim, ao enviar seus corpos em missões, você poderá confiar em suas decisões e ter segurança em seu poder de coordená-los. Ao unificar suas tropas, busque exercícios que aumentem o conhecimento e a confiança mútua entre elas. Isso desenvolverá habilidades de comunicação implícitas e um senso intuitivo do que fazer em seguida. A vitória forjará laços mais fortes do que uma amizade superficial, e a vitória vem da disciplina, do treinamento e de padrões implacavelmente elevados.

Por fim, você precisa estruturar seu grupo de acordo com os pontos fortes e fracos de seus soldados, levando em consideração suas circunstâncias. Para isso, você deve estar em sintonia com o lado humano de suas tropas; você deve compreendê-las, e o espírito da época, por dentro e por fora. Não lute contra as idiossincrasias de seus soldados, mas sim transforme-as em uma virtude, uma forma de aumentar seu potencial de força. Seja criativo com a estrutura do grupo, mantendo sua mente tão fluida e adaptável quanto o inimigo que você lidera.

Inversão: Como a estrutura do seu exército precisa se adequar às pessoas que o compõem, a regra da descentralização é flexível: algumas pessoas respondem melhor a uma autoridade rígida. Mesmo que você administre uma organização mais flexível, pode haver momentos em que você precise torná-la mais rígida e dar menos liberdade aos seus oficiais. Generais sábios não estabelecem nada imutável, sempre mantendo a capacidade de reorganizar seu exército para se adequar aos tempos e às suas necessidades em constante mudança.

7. Transforme sua guerra em uma cruzada

Estratégias de moral

O segredo para motivar as pessoas e manter o moral elevado é fazê-las pensar menos em si mesmas e mais no grupo. Envolva-as em uma causa, uma cruzada contra um inimigo odiado. Faça-as enxergar sua sobrevivência como intrinsecamente ligada ao sucesso do exército como um todo. Em um grupo onde as pessoas são verdadeiramente unidas, o ânimo e as emoções são tão contagiosos que fica fácil inspirar entusiasmo nas tropas. Lidere pelo exemplo: deixe seus soldados verem você nas trincheiras, fazendo sacrifícios pela causa. Isso os inspirará a imitá-lo e agradá-lo. Faça com que tanto as recompensas quanto as punições sejam raras, mas significativas. Lembre-se: um exército motivado pode fazer maravilhas, compensando qualquer falta de recursos materiais.

Talvez você tente elogiar as pessoas com sutileza, oferecendo-lhes a possibilidade de recompensa — apenas para descobrir que as mimou, fortalecendo seu egoísmo. Talvez você tente punições e disciplinas — apenas para torná-las ressentidas e defensivas. Talvez você tente motivá-las com discursos e atividades em grupo — mas as pessoas são cínicas hoje em dia; elas perceberão suas intenções.

Passo 1: Una seus grupos em prol de uma causa. Faça com que lutem por uma ideia.

Fé que Produz Força Interior

 A fé não serve para enfeitar discurso, serve para sustentar decisões. Ela mantém o caráter firme quando o mundo afrouxa os valores. Motivaç...